Além dos núm3ros – Este artigo da Epoca Negócios está imperdível. Leiam na integra.

Por que em um mundo cada vez mais complexo e caótico não é possível tomar decisões baseadas apenas em cifras e equações. E como os executivos, treinados para adorá-las, devem agir

(…) Tudo isso coloca grandes desafios tanto para a empresa quanto para a formação do gestor, porque ambos foram treinados para criar e adorar modelos e resultados quantitativos. No momento, professores, estudantes e a própria pedagogia não estão preocupados com o desenvolvimento de capacidades qualitativas. É lamentável que estejamos educando apenas uma parte do cérebro dos nossos estudantes. Temos de trabalhar a educação da mente inteira – a parte analítica, sim, mas também a artística, a quantitativa e a qualitativa. Os estudantes precisam aprender a pensar criticamente, e de forma criativa, tanto quanto precisam aprender a mexer com números. No fim das contas, essa é a única maneira de criar líderes capazes de lidar com nossos problemas mais difíceis e de responder às nossas perguntas mais complexas. Por Roger Martin ilustrações_Zeh Otávio

E só para provocar, deixo voces com a REVISTA BOMBASTICA DO GOOGLE: THINK QUARTERLY.

A primeira edição é dedicada ao meu segundo assunto preferido Data Visualization. (Fiquei anos ensinando infografia e planejando meu doutorado nesta área até me apaixonar por Design Thinking. Felizmente, as áreas são convergentes). Sao 68 páginas dedicadas ao poder dos números, uma apologia aos dados.  Embora as duas materias pareçam divergentes, elas convergem no mesmo ponto:

“My basic idea is that the world has changed so much, what people need isn’t more data but a new mindset.” Hans Rosling

The problem is that companies have a strict separation between their IT department, where datasets are produced, and the design department, so hardly any presenters are proficient in both. Yet this is what we need. Getting people used to talking with animated data is, to my mind, a literacy project.

Ou seja, nunca tivemos tantos dados acessíveis, o que significa informações potenciais para qualificar e agilizar as tomadas de decisões, especialmente nos negócios. Por que isto raramente tem resultado em vantagem competitiva? Porque os analistas olham mas não veem. Somente a partir do momento que os designers tratam estes dados visualmente é possível para os analistas DECODIFICAREM enxergarem padrões de comportamento. Somente com uma inteligencia qualitativa é possível considerar as implicações das decisões a serem tomadas. Queridos, todos os caminhos levam ao Design Thinking, que me perdoem os mais céticos.

DATA VISUALIZATION (DESIGN) + SYSTEMIC THINKING + LOVE = A BETTER WORLD ;)